Postado por Antônia e Karen às 21h52
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Tipos de textos narrativos

  

A narração é um dos gêneros literários mais fecundos, portanto, há atualmente diversos tipos de textos narrativos que comumente são produzidos e lidos por pessoas de todo o mundo.

Entre os tipos de textos mais conhecidos, estão:

Romance, a Novela, o Conto, a Crônica, a Fábula, a Parábola, o Apólogo, a Lenda, entre outros.

O principal objetivo do texto narrativo é contar algum fato. E o segundo principal objetivo é que esse fato sirva como informação, aprendizado ou entretenimento. Se o texto narrativo não consegue atingir seus objetivos perde todo o seu valor. A narração, portanto, visa sempre um receptor.

Vejamos os conceitos de cada um desses tipos de narração e as diferenças básicas entre eles.

Romance: em geral é um tipo de texto que possui um núcleo principal, mas não possui apenas um núcleo. Outras tramas vão se desenrolando ao longo do tempo em que a trama principal acontece. O Romance se subdivide em diversos outros tipos: Romance policial, Romance romântico, etc. É um texto longo, tanto na quantidade de acontecimentos narrados quanto no tempo em que se desenrola o enredo.

 

Novela: muitas vezes confundida em suas características com o Romance e com o Conto, é um tipo de narrativa menos longa que o Romance, possui apenas um núcleo, ou em outras palavras, a narrativa acompanha a trajetória de apenas uma personagem. Em comparação ao Romance, se utiliza de menos recursos narrativos e em comparação ao Conto tem maior extensão e uma quantidade maior de personagens.

Conto: É uma narrativa curta. O tempo em que se passa é reduzido e contém poucas personagens que existem em função de um núcleo. É o relato de uma situação que pode acontecer na vida das personagens, porém não é comum que ocorra com todo mundo. Pode ter um caráter real ou fantástico da mesma forma que o tempo pode ser cronológico ou psicológico.

Crônica: por vezes é confundida com o conto. A diferença básica entre os dois é que a crônica narra fatos do dia a dia, relata o cotidiano das pessoas, situações que presenciamos e já até prevemos o desenrolar dos fatos. A crônica também se utiliza da ironia e às vezes até do sarcasmo. Não necessariamente precisa se passar em um intervalo de tempo, quando o tempo é utilizado, é um tempo curto, de minutos ou horas normalmente.

Fábula: É semelhante a um conto em sua extensão e estrutura narrativa. O diferencial se dá, principalmente, no objetivo do texto, que é o de dar algum ensinamento, uma moral. Outra diferença é que as personagens são animais, mas com características de comportamento e socialização semelhantes às dos seres humanos.

Anedota: é um tipo de texto produzido com o objetivo de motivar o riso. É geralmente breve e depende de fatores como entonação, capacidade oratória do intérprete e até representação. Nota-se então que o gênero se produz na maioria das vezes na linguagem oral, sendo que pode ocorrer também em linguagem escrita.

Lenda: é uma história fictícia a respeito de personagens ou lugares reais, sendo assim a realidade dos fatos e a fantasia estão diretamente ligadas. A lenda é sustentada por meio da oralidade, torna-se conhecida e só depois é registrada através da escrita. O autor, portanto é o tempo, o povo e a cultura. Normalmente fala de personagens conhecidas, santas ou revolucionárias.

Estes acima citados são os mais conhecidos tipos de textos narrativos, mas podemos ainda destacar uma parcela dos textos jornalísticos que são escritos no gênero narrativo, muitos outros tipos que fazem parte da história, mas atualmente não são mais produzidos, como as novelas de cavalaria, epopéias, entre outros. E ainda as muitas narrativas de caráter popular (feitas pelo povo) como as piadas, a literatura de cordel, etc.

Devido à enorme variedade de textos narrativos, não é possível abordar todos ao mesmo tempo, até mesmo porque cotidianamente novas formas de narrar vão sendo criadas tanto na linguagem escrita quanto na oral, e a partir destas vão surgindo novos tipos de textos narrativos.

Postado por Antônia e Karen às 21h33
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Postado por Antônia e Karen às 00h05
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PALAVRA DO DIA!!

 

Escrevo com   ou com ?

Jeito  é escrito com J. Mas, muitas vezes, as pessoas ficam em dúvida na hora de escrever: usar  G ou J? 

A dúvida se justifica porque, muitas vezes, as letras G e J representam o mesmo fonema, assim como em:

  • Gesto
  • Jiló
  • Gilete
  • Jeito

 

Observe que a letra G só representa esse som diante das letras E e I:

 

Diante de A, O e U as letras G e J representam fonemas diferentes. Leia em voz alta e preste atenção nos fonemas que formam as seguintes palavras:

Lembre-se:
Viagem (com G) = substantivo
Viajem (com J) = verbo


Escrevemos com G as palavras terminadas em agem, igem, ugem:

  • Coragem
  • Fuligem
  • Ferrugem

 

Esta regra tem duas exceções: pajem e lambujem

Ainda, escrevemos com G as palavras com as terminações ágio, égio, ígio, ógio, úgio.   
  • Pedágio
  • Colégio
  • Prestígio
  • Relógio
  • Refugio 

Escrevemos com J as palavras de origem africana ou indígena:

 

 

Também as palavras com as terminações em aje:

 

 

E mais, os verbos terminados em jar:

Gostou??? Deixe seus comentários!

Postado por Antônia e Karen às 23h33
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USO DA VÍRGULA

 

Estando a oração em ordem direta (sujeito → verbo → complementos do verbo (objetos) → adjunto adverbial), isto é, sem inversões ou intercalações, o uso da vírgula é, de modo geral, desnecessário.

 

Vamos exemplificar:

 

1. Não se usa vírgula:



 

a) Entre sujeito e predicado.

Todos os alunos da sala (Sujeito) foram advertidos ( Predicado) . 
            

b) Entre o verbo e seus objetos.

O trabalho custou (V.T.D.I)  sacrifício (O.D) aos realizadores (O.I.). 
                          

c) Entre nome e complemento nominal; entre nome e adjunto adnominal.

A surpreendente ( Adj. Adnominal) reação  (Nome)  do governo  (Adj. Adnominal)   contra os senadores ( Complemento nominal) despertou reações .

 

2. Usa-se a vírgula:


Para marcar intercalação:

a) do adjunto adverbial:

O café, devido à sua abundância, vem caindo de preço.

b) da conjunção:

Os cerrados são secos e áridos. Estão produzindo, todavia, quantidades de alimentos.

c) das expressões explicativas ou corretivas:

 As indústrias não querem abrir mão de suas vantagens, isto é, não querem abrir mão dos lucros altos.

Para marcar inversão:

a) do adjunto adverbial (colocado no início da oração):

Depois das sete horas, todo o comércio está de portas fechadas.

b) dos objetos pleonásticos antepostos ao verbo:

Aos pesquisadores, não lhes destinaram verba alguma.

c) do nome de lugar anteposto às datas:

Recife, 15 de maio de 1982.

AGORA VAMOS EXERCITAR UM POUCO?


Exercício sobre vírgula e pontuação:

Deixo minha fortuna a meu sobrinho não à minha irmã jamais pagarei a conta do alfaiate nada aos pobres

É um exercício legal e tem várias formas de resolver.

Escrevam suas tentativas aí nos comentários!

Postado por Antônia e Karen às 23h26
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Postado por Antônia e Karen às 23h22
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Sinais de pontuação:

Para facilitar a leitura e ajudar à compreensão dos textos, na linguagem escrita usam-se sinais de pontuação:

Ponto final  a Usa-se no final da frase e obriga o leitor a parar rapidamente a leitura;

Vírgula a  Separa os elementos da frase; marca uma pequena pausa;

Dois pontos a Usam-se antes de uma citação ou de uma enumeração;

Ponto e vírgula a Usa-se para separar orações coordenadas; obriga a uma pausa mas não termina a frase;

Ponto de exclamação a Utiliza-se quando se deseja exprimir surpresa, receio, admiração, etc.;

Ponto de interrogação a Usa-se para fazer uma pergunta;

Reticências a Indicam que a frase está incompleta; assinalam uma hesitação ou uma pausa;

Travessão a Utiliza-se nos diálogos para indicar a fala das personagens;

Aspas a   Introduzem palavras ou citações de outros textos;

Parêntesis a Assinalam informações diversas.

Agora, vamos ler?

 

Eu sou o maior

Alice Vieira

O Ponto Final, a Vírgula e o Ponto de Interrogação tentavam descobrir qual deles era o mais importante.

- Quem é que faz todas as perguntas? Quem é que põe todas as dúvidas? Alguém duvida que o mais importante sou eu? - disse o Ponto de Interrogação.
- Eu sou a resposta a todas as perguntas. O fim de todas as discussões. Eu sou o mais importante - disse o Ponto Final.
- E tu serves para quê? - perguntou o Ponto de Interrogação à Vírgula. E a Vírgula respondeu:

- Experimentem dizer: “Ana Teresa Maria José Rita Sofia eram da mesma família!”.
Sem mim, quantos irmãos tem a família?
- Seis - disse o Ponto Final.
- Serão mesmo seis? - perguntou o Ponto de Interrogação.
- Comigo, podem ser apenas três: “Ana Teresa, Maria José, Rita Sofia”. Mas também podem ser quatro: “Ana, Teresa, Maria José, Rita Sofia”. Sem mim, nunca saberão.
- Pronto - disse o Ponto Final.
- Digamos que valemos todos o mesmo. Sem pontos, vírgulas e pontos de interrogação, as palavras andavam todas perdidas pelo meio das histórias.

Gostaram? Agora vamos testar nossos conhecimentos?

Acesse e pratique!

Exercícios   

Postado por Antônia e Karen às 21h33
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Você erra os porquês simplesmente porque nunca deu muita atenção a eles. O uso é muito simples. Lendo esta seção, você vai entender por que os porquês não são — nem de longe — um bicho de sete cabeças.

Uso dos porquês – Para nunca mais esquecer!!!!!!!!

Por que

Pode ser usado com o sentido de “por qual razão” ou “por qual motivo”, e trata-se da junção da preposição por + o pronome interrogativo que:

Exemplos: Não sei por que não quis ficar até mais tarde.
Por que ficar até mais tarde?

Ainda pode ser
empregado quando se tratar da preposição por + pronome relativo que e, neste caso, será relativo à “pelo qual”, “pela qual”, “pelos quais”, “pelas quais” ou ainda “para que”:

Exemplos: A rua por que passei ontem não era parecida com essa!
Quando votarmos, que seja por que nos próximos anos possamos ver mais obras.


Por quê


O uso do por quê é equivalente ao “por que”, porém, é acentuado quando vier antes de um ponto, seja final, de interrogação ou exclamação:

Exemplos: Ficar na festa até mais tarde, por quê?
Não sei por quê.


Porque

O termo porque é uma conjunção causal ou explicativa e o seu uso tem significado aproximado de “pois”, “já que”, “uma vez que” ou ainda indica finalidade e tem valor aproximado de “para que”, “a fim de”.

Exemplos: Vou fazer mais um
trabalho porque tenho que entregar amanhã. (conjunção)
Não faça mal a ninguém porque não façam a você. (finalidade)


Porquê

Quando aparece nessa forma o porquê é um substantivo e denota o sentido de “causa”, “razão”, “motivo” e vem acompanhado de artigo, adjetivo ou numeral:

Exemplos: Diga-me o porquê de sua contestação.
Tenho um porquê para ter contestado: meu cartão bancário foi clonado.

 

 

 Mostre o que você aprendeu nesse divertido jogo: Porquedômetro

Postado por Antônia e Karen às 21h04
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PALAVRA DO DIA!!

PESSOAL!!!!

Depois de ditongo emprega-se o "X":

ameixa
caixa
eixo
faixa
feixe
baixo
baixela

 

Lembra de mais algum exemplo? Comente! Sua sugestão é muito importante!!!

Postado por Antônia e Karen às 20h09
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Pleonasmos:

 

O que você achou do vídeo?

Postado por Antônia e Karen às 21h44
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A forma adequada é: Cessão / sessão / secção ou seção??

 

Resposta: TODAS FORMAS SÃO POSSÍVEIS!! COMO????

Ä Cessão: significa “ceder, conceder, oferecer, dar”.

 - Cedi todos os meus bens aos pobres.

 - O governo cedeu verba para a educação

 

Ä Sessão: significa “intervalo de duração”.

 - A câmara dos deputados reuniu-se em sessão extraordinária.

 - última sessão de cinema.

 

Ä Secção ou seção: significa “parte, segmento, subdivisão”.

- Quero ler a seção de fofoca.

 - Trabalho na seção de informações.

 - Vou ligar na secção de informações.

 

E aí galera!! O que vocês acharam das dicas???

 

Postado por Antônia e Karen às 21h28
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PALAVRA DO DIA!!

Quando bate aquela dúvida na hora de escrever: é com X ou com CH?????

 

Em nosso blog você poderá consultar diariamente nossas dicas de  Ortografia.

 

Vamos começar???          

Postado por Antônia e Karen às 20h34
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Seja bem- Vindo!Alegre!

Este Blog criado por  Antônia  e Karen, ambas alunas do curso de Letras em aula da disciplina de Informática na Educação

Unilasalle, tem como objetivo possibilitar a você, que busca novidades para suas aulas de Língua Portuguesa,

conteúdos que envolvam e despertem o interesse dos alunos para uma melhor aula.

Postado por Antônia e Karen às 19h41
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 Olá!! Este blog é para todos que amam a Língua Portuguesa!! Apaixonado

Postado por Antônia e Karen às 20h39
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